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Pipoca faz bem ao intestino e traz benefícios aos diabéticos

Muitas pessoas abominam a pipoca do cardápio por acreditarem que ela é um veneno repleto de sal, gordura e uma imensidão de calorias. Mas especialistas apontam que a pipoca é um alimento que pode ser muito útil à saúde, se preparado com certos cuidados e ingerido em condições favoráveis. Nutricionistas explicam que os nutrientes do milho são preservados mesmo quando o grão estoura em altas temperaturas. Entre outros benefícios observados, a pipoca promove melhor funcionamento intestinal, já que uma única porção tem cinco vezes mais fibras, se comparada com a mesma quantidade, em gramas, de alface, por exemplo. Mas o efeito digestivo só acontece se o consumo for acompanhado de algum líquido, de preferência água ou suco, evitando os refrigerantes.

Como num passe de mágica, o grão duríssimo se transforma em um floco branco e macio. Nesse novo e irresistível formato, uma substância chama a atenção dos experts em saúde: o amido resistente. Esse carboidrato passa praticamente intacto pelo aparelho digestivo e assim não provoca altas repentinas nos níveis de glicose. Quem ganha com isso? Quem está no grupo de risco do diabete tipo 2, como sugerem os especialistas.

Além disso, de acordo com essa pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Scranton, nos Estados Unidos, os salgados feitos à base de grãos (como a pipoca) e alguns cereais matinais contêm uma grande quantidade de substâncias antioxidantes chamadas polifenóis. Essas substâncias são encontradas nas frutas e legumes e reduzem o risco de doença cardíaca, câncer e outras doenças. Também há indicações na comunidade científica de que essas substâncias antioxidantes presentes na pipoca favorecem a prevenção ao câncer.

Como fazer uma pipoca saudável?

Pra fazer uma pipoca mais saudável em sua casa, não precisa esparramar o óleo na panela. É só colocar quatro ou cinco gotas para estourar os milhos. Vale aquecer o óleo primeiro na panela e depois colocar o milho. Ele estoura mais rápido.

É bom lembrar que a margarina e a manteiga não são indicadas porque saturam mais rápido que o óleo. Quanto mais saturada, pior para nossa saúde devido à gordura trans. Se for consumir a de micro-ondas, prefira as sem sabores, que têm menos sódio.

Agora você não vai pensar duas vezes antes de comer pipocas no cinema com medo de engordar. Afinal, elas ajudam ao seu coração. De todos os salgados analisados, as pipocas são os que contêm mais benefícios. Claro se consumir com moderação.

Consumir pipoca ajuda a combater os radicais livres

Um estudo da Universidade de Scranton, na Pensilvânia, comprovou que o consumo de pipoca faz muito bem à saúde. Segundo a pesquisa, a pipoca possui uma grande concentração de polifenóis, antioxidantes que atuam contra o envelhecimento celular.

A casca escura da pipoca também é rica em fibras, que ajudam no bom funcionamento do intestino. Os antioxidantes existentes nela contribuem para diminuir o risco de doenças cardíacas e câncer.

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Os nutricionistas alertam que a melhor maneira de consumir a pipoca é no micro-ondas, sem gordura.

Os temperos incluídos em seu preparo como manteiga, bacon e queijos são gordurosos e deixam o alimento 35% mais calórico.

Pipoca tem mais antioxidante que frutas e vegetais

Comer pipoca todos os dias pode fazer bem à saúde. Pelo menos é o que indica uma pesquisa apresentada neste domingo durante o encontro da Academia Americana de Química — maior sociedade científica do mundo. De acordo com um estudo conduzido pela Universidade de Scranton, na Pensilvânia, a pipoca tem uma concentração de polifenóis, um antioxidante benéfico à saúde, maior do que frutas e vegetais.

Saiba mais:

POLIFENÓIS
São micronutrientes abundantes na dieta conhecidos por seu papel antioxidante. Ao proteger as células do organismo contra os danos causados por radicais livres, ele desacelera o envelhecimento, além de prevenir doenças degenerativas, como o câncer. A substância já foi encontrada em outros alimentos, como chocolate, frutas roxas, vinho tinto e o chá verde.

MICRONUTRIENTES
São substâncias, como iodo e vitamina A, das quais o corpo humano necessita, em quantidades minúsculas (daí o nome), para produzir enzimas e hormônios essenciais para ter um desenvolvimento saudável.

O estudo foi conduzido por Joe Vinson, pioneiro em analisar a composição de substâncias saudáveis em alimentos como chocolate e castanhas. Segundo ele, os polifenóis estão mais concentrados na pipoca porque o salgado tem somente 4% de água, aproximadamente. Em frutas e vegetais, a substância se dilui nos 90% de água que compõe esses alimentos.

O pesquisador descobriu ainda que a casca da pipoca – aquela parte mais escura, que às vezes fica presa entre os dentes – detém as maiores concentrações de polifenóis e de fibras.

De acordo com Vilson, a quantia de polifenóis presente em uma porção de 33 gramas de pipoca é de mais de 300 miligramas, frente aos 160 miligramas de uma porção de 80 gramas de uma fruta qualquer. Com isso, a ingestão de 100 gramas de pipoca por dia pode suprir 13% do ideal de ingestão diária de polifenóis.

Preparo – Por outro lado, fazer a pipoca com muito óleo, usar manteiga ou colocar muito sal, podem transformá-la em uma bomba de gordura. As pipocas de micro-ondas também não são recomendáveis. De acordo com o pesquisador, elas têm duas vezes mais calorias do que as feitas no vapor.  ”As pipocas preparadas em vapor têm as mais baixas taxas de calorias”, diz Vinson.

Vinson alerta que, obviamente, a pipoca não substitui a necessidade de ingestão de frutas e vegetais em uma dieta saudável e balanceada. Esses alimentos contêm vitaminas e nutrientes fundamentais para a saúde que não estão presentes na pipoca.

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